O LinkedIn é, em boa parte, um grande mecanismo de busca de pessoas. Recrutadores digitam cargos e competências; clientes procuram especialistas; parceiros buscam quem resolve um problema específico. Em todos esses casos, o sistema mostra os perfis cujas palavras combinam com a pesquisa. Sem as palavras certas, você fica de fora.
O perfil é indexado, como um site
Assim como o Google encontra páginas pelas palavras que elas contêm, o LinkedIn encontra perfis pelos termos presentes nas suas seções. Headline, 'Sobre', cargos e competências são lidos pelo sistema. Se você descreve a sua função com termos vagos ou criativos demais, perde a chance de aparecer para quem busca o termo comum da sua área.
Onde colocar as palavras-chave
- Headline: o lugar de maior peso, com os termos principais;
- Seção 'Sobre': de forma natural, ao longo do texto;
- Cargos e descrições de experiência;
- Seção de competências, com as habilidades mais buscadas na sua área;
- Naturalmente, sem empilhar termos de forma artificial.
Pense como quem procura você
A chave é inverter a perspectiva: quais palavras um recrutador ou cliente digitaria para encontrar alguém como você? Esses são os termos que precisam estar no seu perfil. Muitas vezes, profissionais excelentes ficam invisíveis simplesmente porque descrevem o próprio trabalho com palavras que ninguém busca.
Otimizar palavras-chave não é trapaça nem 'gambiarra' de algoritmo. É garantir que o seu perfil fale a mesma língua de quem procura o que você oferece. É a diferença entre estar disponível e ser, de fato, encontrável.


